Quando penso no setor elétrico brasileiro, sempre me surpreendo com a velocidade das mudanças e com sua influência sobre o futuro profissional de tanta gente. Nos últimos anos, a busca por energia mais limpa e a crescente urbanização vêm transformando completamente o cenário. Hoje, há oportunidades reais e concretas tanto para quem deseja iniciar uma nova carreira quanto para quem quer progredir e conquistar salários melhores.
Aceleração do setor elétrico: quando a energia puxa o progresso
O Brasil está vivendo um crescimento expressivo no consumo de eletricidade. De acordo com projeções oficiais do MME e da EPE, até 2035 o consumo nacional de energia aumentará 3,3% ao ano, com destaque para o setor comercial e o residencial. E não é só previsão: já no primeiro trimestre de 2025, o Brasil teve um salto de 2,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o boletim do consumo de eletricidade.
O que enxergo, e muitos também já perceberam, é a pressa das empresas na expansão da infraestrutura, impulsionada pelo crescimento econômico e populacional. Essa expansão amplia a busca por profissionais qualificados. Conhecimento técnico, atualização em normas como NR10 e domínio de sistemas fotovoltaicos fazem toda a diferença.
Crescimento pede gente preparada.
Por que as empresas lutam para encontrar profissionais qualificados?
É comum eu conversar com gestores e encontrar um relato repetido: “Não é fácil achar mão de obra treinada”. A pesquisa da ManpowerGroup aponta que 79% das empresas no Brasil relatam dificuldade em contratar profissionais qualificados para o setor elétrico. A demanda vai muito além do tradicional, entra forte a energia solar, instalações fotovoltaicas e manutenção em sistemas mais modernos.
Segundo a Adecco, o setor de energia figura entre os cinco que mais procuram profissionais atualmente. O Ministério de Minas e Energia estima a criação de 800 mil empregos no setor até 2030. Isso sem contar o crescimento do mercado de energia solar, já responsável por mais de 1,4 milhão de empregos gerados desde seu início no país, com expectativa de chegar a 3,5 milhões em alguns anos, como mostra a análise do setor solar.
Quais são os cargos em alta e como são os salários?
Quando penso em uma entrevista de emprego no setor elétrico, logo percebo que determinados cargos estão sempre em destaque. Eles aparecem com frequência, tanto em obras quanto na indústria ou em empresas de energia renovável. Vou listar os principais cargos, com base nas tendências que observo e nos dados mais recentes que pesquisei:
- Instalador de sistemas fotovoltaicos
- Eletricista e eletricista industrial
- Técnico em eletrotécnica e eletroeletrônica
- Engenheiro eletricista
- Supervisor de manutenção elétrica
- Especialista em energia renovável (solar e eólica)
A escassez de engenheiros é uma realidade, em parte porque muitos estudantes migram para outras áreas, como mostra o levantamento de formação em engenharia. A valorização salarial é clara: engenheiros eletricistas iniciam com salários de R$ 3 mil a R$ 6 mil, com aumento conforme a experiência. Especialistas e supervisores podem receber cifras ainda maiores. Cargos técnicos, como eletricistas e instaladores fotovoltaicos, também apresentam salários acima da média de outros segmentos técnicos e, com a demanda em alta, há espaço para negociações vantajosas.

Empregabilidade e o desafio da certificação
O ritmo de crescimento impulsiona a procura por pessoas certificadas, principalmente em normas como NR10, que são obrigatórias para qualquer atuante no setor. Como ouvi do Reginaldo Amorim, diretor da MA Consultoria e Treinamentos, empresas não arriscam contratar quem não tem certificação válida, principalmente em NR10, por conta da segurança jurídica e da prevenção de acidentes.
Eu acredito, pela minha experiência, que quem investe em cursos de normas regulamentadoras amplia muito as chances de conquistar vagas melhores. A certificação é um diferencial real. E ela precisa ser renovada e atualizada, já que as normas mudam conforme a evolução das tecnologias.
Energia solar: mercado aquecido e oportunidades crescentes
Poucos setores cresceram tanto nos últimos anos como a energia solar. Em 2023, 11,6% de toda eletricidade consumida no país teve origem fotovoltaica, segundo levantamentos citados nesta análise.O Brasil já atingiu 500 mil instalações de sistemas solares em 2022, e a previsão é chegar a 3 milhões de consumidores com geração distribuída em 2025.
Os incentivos para adesão aumentam: desde créditos solares até linhas de financiamento exclusivas dos bancos.Isso resultou numa explosão do número de vagas para instaladores de sistemas fotovoltaicos, cargos técnicos e de supervisão que pagam bem e exigem capacitação.
Por que investir em cursos de instalador fotovoltaico?
Na prática, percebo que o mercado exige cada vez mais conhecimento. O profissional preparado domina tópicos como:
- Geometria solar
- Efeito fotovoltaico
- Funcionamento das células solares
- Módulos e inversores
- Sistemas isolados e conectados à rede
- Normas técnicas e segurança em instalações
Aqui está um ponto curioso: muitos dos melhores cursos contam com prática em laboratório, treinamentos em campo e aulas sobre legislação. Inclusive, conheço o trabalho do centro de treinamento da MA Consultoria e Treinamentos, que já formou mais de 61 mil profissionais, preparados para atuar em todo o Brasil com agilidade, segurança e embasamento técnico.

Qualificação profissional: presencial, online e sempre atual
Hoje, é possível se capacitar de várias formas. Eu vejo cada vez mais gente optando pelos cursos online por causa da flexibilidade, mas muita gente valoriza o presencial para a prática. As melhores formações oferecem ensino regular sobre normas como NR10 e NR12, além de módulos de atualização para acompanhar novidades da legislação e tecnologias.
- Cursos de formação profissional com certificado imediato
- Treinamento para iniciantes ou profissionais experientes
- Aprendizado prático para trabalho em altura, instalações e manutenção
- Atualizações regulares das normas técnicas
- Opções presenciais em centros de treinamento equipados
Eu costumo lembrar a quem está começando: certificações aumentam salários, abrem portas e aceleram o crescimento da carreira e estão detalhadas em conteúdos de referência, como os da categoria de desenvolvimento profissional e em formação profissional para quem deseja avançar na área.
Conclusão
O setor elétrico brasileiro vive um período único em sua história. A necessidade de expansão, alinhada ao impulso das energias renováveis, sinaliza oportunidades para todos os perfis de profissionais. Desde o eletricista que está começando, passando pelo técnico que quer se reciclar, até o engenheiro que busca certificações reconhecidas: todos encontram espaço, reconhecimento e salários que fazem valer o investimento na formação.
Se você busca novas oportunidades e quer atuar com segurança e reconhecimento, invista em cursos especializados e certificações. Conheça a metodologia da MA Consultoria e Treinamentos e faça parte da próxima geração de profissionais que vão transformar o futuro da energia no Brasil.
Perguntas frequentes sobre carreira no setor elétrico
O que é o setor elétrico?
O setor elétrico é o conjunto de empresas, profissionais e organizações responsáveis por gerar, transmitir, distribuir e comercializar energia elétrica. Engloba desde usinas hidrelétricas, solares e eólicas até companhias de distribuição e empresas de manutenção e instalação de sistemas elétricos.
Como começar carreira em energia?
O caminho mais comum é buscar cursos técnicos ou de formação como eletricista, técnico em eletrotécnica ou instalador fotovoltaico, seguidos sempre de certificações reconhecidas, como a NR10. Cursos presenciais e online, como os da MA Consultoria e Treinamentos, ajudam a dar o passo inicial e aumentam as chances de colocação no mercado.
Quanto ganha um profissional do setor elétrico?
Os salários variam muito conforme a formação e a função. Técnicos e eletricistas iniciam, em média, entre R$ 2 mil e R$ 4 mil, mas podem avançar conforme a experiência e especialização. Engenheiros eletricistas partem de R$ 3 mil a R$ 6 mil e podem alcançar valores maiores em cargos de liderança, segundo dados recentes do setor.
Quais são os melhores cursos de energia?
Os melhores cursos para trabalhar no setor elétrico são aqueles que possuem certificação oficial, atualização das normas e conteúdo prático. Cursos de NR10, de instalador fotovoltaico e de energia renovável, além dos de trabalho em altura e segurança são muito valorizados. Busque sempre centros reconhecidos e instrutores experientes.
Vale a pena trabalhar no setor elétrico?
Sim. O setor está em crescimento acelerado, oferece salários acima da média para profissionais qualificados e amplia as chances de ascensão para quem investe em atualização e certificação. A tendência para os próximos anos é de expansão e estabilidade, principalmente com o avanço das energias renováveis.