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Trabalho em Altura: 7 Erros Comuns com Escadas e Como Evitar

Quando penso em trabalho em altura, lembro imediatamente do quanto essa atividade pode ser perigosa. No Brasil, mais de 48 mil acidentes envolvendo quedas de altura foram registrados só em 2022, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab). Quase 40% dos acidentes de trabalho estão ligados a quedas desse tipo. O que mais me impressiona são as situações em que escadas, usadas de maneira inadequada ou improvisada, acabam causando tragédias que poderiam ser facilmente evitadas.

Muitas vezes, vejo empresas e trabalhadores subestimando o risco das escadas. Seja por pressa, falta de treinamento, ou confiança excessiva, o resultado é sempre o mesmo: lesões, afastamentos, prejuízos e, em alguns casos, vidas perdidas. Senti na pele, acompanhando clientes da MA Consultoria e Treinamentos, que grande parte dos acidentes vêm justamente do desconhecimento sobre normas, manutenção e uso seguro desses equipamentos.

Trabalho em altura: por que os acidentes com escadas são tão comuns?

Mesmo após anos de campanhas e treinamentos, o acidente com escada segue como um dos mais relatados em canteiros, indústrias, escolas e até em residências. Segundo o Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho 2021, a redução dos acidentes no país só é possível com prevenção séria e atenção às normas.

Na minha experiência, a dificuldade começa pela falta de informação. Poucos sabem, por exemplo, que existe uma atualização recente na NR 35 (Trabalho em Altura), com destaque para o Anexo III. Nele, o uso de escadas ficou ainda mais restrito e rígido. Agora:

  • Escadas só podem ser usadas para serviços rápidos, simples e quando não houver possibilidade de uso de plataformas ou andaimes;
  • A empresa precisa documentar e justificar o uso da escada;
  • A escada deve ser inspecionada constantemente, com marcação clara de carga máxima suportada e nome do fabricante;
  • Sistemas de estabilização tornaram-se obrigatórios, reduzindo drasticamente o risco de deslize e queda.
Subir numa escada é fácil. Fazer isso com segurança exige conhecimento e atenção.

Os 7 erros mais comuns no uso de escadas

Depois de anos no setor, separei os 7 erros mais comuns que vejo em treinamentos, vistorias e relatos de acidentes com escadas. E como cada um pode ser evitado no dia a dia:

  1. Usar escadas improvisadas Vejo muita gente adaptando pedaços de madeira, bancos ou outros objetos para servir de degrau. Escadas artesanais são extremamente perigosas. Sempre opte por escadas certificadas, específicas para o tipo de serviço.
  2. Ignorar inspeção antes do uso Subir em uma escada enferrujada, com degraus danificados ou pés desgastados é pedir para se machucar. Verificar a estrutura todo dia é prática obrigatória segundo a NR 35.
  3. Escada mal posicionada ou com estabilização inadequada Colocar a escada em superfícies irregulares ou não usar estabilizadores pode resultar em tombamento imediato. Sempre verifique o piso e, se necessário, estabilize com sistemas adequados.
  4. Levar ferramentas nas mãos durante a subida Subir carregando objetos o impede de segurar nos degraus, aumentando o risco de queda. Alguns relatos que analisei deixam claro: mãos livres salvam vidas.
  5. Exceder a carga máxima indicada Cada escada tem limite de peso próprio, informado pelo fabricante. Respeitá-lo é regra de ouro. Subir com excesso pode romper degraus ou provocar deformações.
  6. Usar escada para tarefas complexas ou longas Escadas servem para pequenos reparos e inspeções. Tarefas demoradas exigem outros equipamentos, como plataformas elevatórias e andaimes.
  7. Falta de treinamento adequado do trabalhador Muitas pessoas nunca receberam instrução sobre como posicionar, inspecionar ou subir corretamente numa escada. Invista sempre em capacitação, como ensinado nos cursos da MA Consultoria.

NR 35 e Anexo III: mudanças fundamentais

Com a chegada do Anexo III, a NR 35 ficou muito mais detalhada sobre como, quando e por quem a escada pode ser usada. Agora, só é permitido o uso de escadas em situações bem específicas: basicamente quando não dá realmente para montar um andaime ou usar plataformas, e desde que o serviço seja rápido e simples.

A empresa precisa justificar por escrito porque a escada será usada e mostrar que ela foi inspecionada. Não sabia disso? Você não está sozinho. Boa parte dos profissionais que encontro ainda desconhece que agora também é obrigatório o uso de sistemas de estabilização para evitar escorregões, e que todas as escadas precisam ter informações do fabricante e limite de peso visíveis.

Não adianta improvisar ou pegar “emprestado” uma escada sem procedência. O uso inadequado pode gerar multas pesadas e, pior, expor pessoas a riscos desnecessários.

Capacitação: o papel da MA Consultoria e Treinamentos

Minha experiência mostra que o melhor caminho é o treinamento prático. E foi justamente isso que me fez ver de perto o diferencial da MA Consultoria, referência nacional em cursos de NR 35, combate a incêndio e segurança do trabalho.

Os cursos, ministrados tanto nas unidades próprias quanto online, têm foco no que realmente importa: salvar vidas. Na MA Consultoria, o aluno treina técnicas de ancoragem, uso de linha de vida, escolha e inspeção de escadas, bem como todo o passo-a-passo exigido pela legislação. Tudo conforme a nova legislação, sem atalhos.

Saber subir não basta. É preciso saber como descer em segurança.

Equipamento certo faz a diferença: por que as escadas Síntese?

Outro ponto que sempre destaco nos treinamentos da MA Consultoria é o uso das escadas corretas. Por conta dos riscos elétricos e da necessidade de robustez, as escadas da marca Síntese tornaram-se referência absoluta. São feitas de fibra de vidro, com alta resistência dielétrica e grande durabilidade. Os pés articulados, as travas reforçadas e o design inteligentes garantem estabilidade e conforto ao usuário, sem abrir mão da segurança.

Já presenciei treinamentos em que uma boa escada evitou um acidente grave. Por isso, a associação entre treinar e investir em equipamentos de ponta, como as escadas de fibra de vidro da Síntese, está diretamente ligada à redução de acidentes, afastamentos e prejuízos com saúde e processos.

Conclusão: prevenção é conhecimento e estrutura

No fim das contas, enxerguei em anos de vivência que prevenção não é burocracia. É saber escolher equipamentos certificados, inspecionar diariamente seu material e, acima de tudo, investir em treinamento de qualidade. A MA Consultoria e Treinamentos alia tudo isso em seus cursos, seja presencialmente ou online, trazendo a tecnologia das melhores escadas do mercado para a rotina dos profissionais. Meu conselho é simples: conheça profundamente as normas, procure atualização constante e nunca negligencie a infraestrutura. Acesse o portal da MA Consultoria e veja como transformar a segurança em altura em rotina de valor para sua empresa.

Perguntas frequentes sobre trabalho em altura e uso de escadas

O que é trabalho em altura?

Trabalho em altura é toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda, conforme define a NR 35. Isso inclui trabalhos em telhados, andaimes, plataformas e escadas. Qualquer descuido pode trazer consequências sérias para o trabalhador.

Como usar escada com segurança?

Para usar uma escada com segurança, siga sempre as recomendações do fabricante, inspecione a estrutura antes de subir, mantenha a escada estabilizada e nunca ultrapasse o limite de peso indicado. Além disso, nunca suba com ferramentas nas mãos e utilize equipamentos de proteção individual quando necessário.

Quais são os erros mais comuns com escadas?

Os erros mais comuns são: usar escadas improvisadas, não inspecionar antes do uso, não estabilizar corretamente, subir com as mãos ocupadas, exceder o limite de peso, usar a escada para tarefas longas ou complexas e não receber treinamento adequado. Cada um desses fatores pode levar a acidentes graves.

Preciso de EPI para trabalho em altura?

Sim, todo trabalho em altura exige EPIs adequados, como capacete com jugular, cinto tipo paraquedista, talabarte e botas antiderrapantes. A escolha e o uso correto dos EPIs são partes fundamentais para garantir sua segurança e atender à legislação.

Que tipo de escada devo escolher?

O tipo ideal de escada depende do serviço e do ambiente. Recomendo escadas de fibra de vidro para atividades próximas à eletricidade, sempre com estabilizadores, marcação de carga máxima e procedência certificada. Na MA Consultoria, só trabalhamos com escadas Síntese, referência em segurança e confiabilidade.


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